A Noite Escura do Caos: Capítulo 4: Noite Escura do Caos



(Leia a partir da Introdução)


Capítulo 4: Noite Escura do Caos


Como os ocultistas enxergam a noite escura? Inevitavelmente, eles são produto de sua época. E as preocupações de nossos tempos são as questões do século XXI. Nesse sentido, nem sempre somos assim tão diferentes daqueles que encaram o mundo de uma perspectiva secularista e materialista.
Por mais que falem de Deuses com aparente propriedade, muitos ocultistas já não acreditam na existência real dessas entidades e as encaram como um produto da mente. Para Kenneth Grant, não importa se as entidades com as quais o magista trabalha são criaturas extraterrenas do espaço exterior ou habitante subjetivos do espaço interior, pois isso faria pouca diferença ao ocultista prático. Essa perspectiva não é muito diferente daquela adotada pela magia do caos.
Ainda assim, eu vejo que a maior parte dos ocultistas hoje, fortemente influenciados pela psicologia e pela filosofia contemporânea, preferem encarar os Deuses como símbolos, como um reflexo do seu “eu”, sendo eles entidades subjetivas e não objetivas. Se isso funciona para o magista, muito bem. Dá até certo orgulho usar pontos de vista em voga na nossa época.
Mas exatamente por estarem em voga, pode ser que em alguns momentos eles limitem nossa forma de ver o mundo. Por esse motivo, eu comecei a apreciar enxergar os Deuses como existências objetivas fora da minha mente. Para mim pouco importa se estão fora de fato. Eu simplesmente gosto de trabalhar com um paradigma pouco popular nos tempos de hoje. Não para ser do contra, mas para tentar uma nova perspectiva e ver o que ela me acrescenta.
Eu descobri que existem imensas vantagens em acreditar firmemente que os Deuses estão fora de nós. Em primeiro lugar, isso quebra um pouco a arrogância do magista de acreditar que tudo que existe no mundo veio dele mesmo. É uma boa lição de humildade aceitar a existência de seres espirituais mais sábios, mais antigos e mais poderosos que nós (como os Grandes Antigos de Lovecraft).
Acredito que um dos fatores que levaram a minha operação de Abramelin a funcionar de forma tão extraordinária foi exatamente essa crença que eu tinha. Se o Sagrado Anjo Guardião é apenas um reflexo da minha mente, por que em vez de realizar uma operação longa e difícil como essa eu não vou ao psicológo? É muito mais emocionante acreditar que existe um anjo designado a cuidar de cada pessoa desde o instante de seu nascimento e que por isso talvez ele me conheça até melhor do que eu mesma. E em nosso encontro ele teria muitas coisas a me contar.
Para ser completamente honesta, o dia em que realizei o meu contato e conversação com meu SAG mudou a minha vida. Desde aquele dia, 13 anos atrás, minha forma de ver o mundo se alterou completamente. Eu descobri e presenciei com todo meu ser que existe um mundo espiritual completamente real.
Mas o que é real? A filosofia tem muitas especulações a esse respeito. E, como diria Richard Dawkins, são especulações um pouco pedantes. De que adianta especular se o mundo ou eu mesmo não existem realmente se a minha existência e o mundo material ao meu redor são reais o bastante?
A grande questão está nesse “real o bastante”. Para mim, algumas experiências espirituais que tive, principalmente contato com entidades em rituais e meditações, foram tão reais quanto o mundo material. E a parte mais assustadora: algumas delas foram até mais reais.
Eu respeito aqueles que questionam a existência do mundo espiritual, os ateístas, materialistas, etc, mas somente porque eu respeito igualmente aqueles que questionam a existência do mundo material. Não são ambos questionamentos igualmente válidos?
Quando eu estou doente e sinto uma grande dor, aquilo é extraordinariamente real para mim. Mas quando estou profundamente triste, aquilo às vezes se torna tão real quanto a dor física, ou até mesmo mais real.
Isso não é coisa de história de fantasia. Às vezes achamos que ignorar dores físicas excruciantes e considerar o sofrimento do coração mais forte é coisa de filme. Mas não é. Já vi isso algumas vezes na minha frente. E já ouvi muitas histórias impressionantes a esse respeito. Como sabemos, a vida pode ser ainda mais surpreendente que as ficções.  
Já ouvi histórias da vida real de pessoas que estavam prestes a morrer, mas elas aguentaram, até por longos dias, a realização de um desejo. E somente quando esse último desejo era realizado, elas morriam quase em seguida. Uma vez escutei uma história sobre isso num livro que li sobre o grande anatomista Andreas Vesalius e achei que era meio exagerado. Até eu começar a escutar histórias assim acontecendo nos dias de hoje. E não na longíngua Índia dos yogues, mas na minha cidade. Não são apenas grandes almas iluminadas como o Yogananda que conseguem prever a própria morte. Quando conhecemos bem nosso corpo, às vezes é possível, ao menos com alguns dias de antecedência, sentir. Evidentemente isso também pode ser especulado pelas áreas biomédicas, mas não é disso que falo.
A grande questão aqui é que existem muitas coisas que não sabemos. E nem precisamos de Hamlet para nos lembrar disso.
Eu acredito que as noites escuras de hoje são um pouco diferentes das antigas porque perdemos o contato que o mundo antigo possuía com a espiritualidade.
Muitos hoje acham absurdo dizer que se uma pessoa está triste ou deprimida pode ter sido possuída por um demônio. Para mim, é uma explicação completamente razoável. Afinal, conforme relatado pelos grandes santos, não foi sempre a noite escura da alma uma batalha contra o diabo? E enquanto não conseguirmos superá-la, ele continua dentro de nossa mente.
E o diabo existe? Bem, essa tristeza é real o bastante? Em “The Little Book of Demons: The Positive Advantages of the Personification of Life’s Problems” Ramsey Dukes sugere que transformemos nossos problemas em demônios, pois personificá-los facilitaria a comunicação. Ele sugere, por exemplo, que personifiquemos até os nossos métodos de divinação. Ao consultar o tarot, podemos imaginá-lo como um sábio que nos dá conselhos, em vez de um método material de consulta. 
Não é por acaso que em seu livro mais recente “Getting Higger” Julian Vayne faça a sugestão de que possamos nos dirigir aos enteógenos como entidades, fazendo pequenas preces ritualísticas antes e depois de seu uso.
O ritual é um teatro. Você se fantasia e interpreta um personagem num mundo espiritual. Se quer se divertir a valer e ter bons resultados, faça a coisa direito e esteja realmente num mundo maravilhoso de fantasia, em que dragões e fadas são seres reais e não imaginários. Se ainda não está convencido, leia o livro “On The Plurality of Worlds” de David Lewis, para que ele te convença com fórmulas matemáticas que existem realmente dragões e burros falantes. Preciso tirar o chapéu para esse cara.
É claro que é uma ilusão acreditar que você pode ser feliz o tempo todo e, se for um mago muito poderoso, basta afastar os demônios com um dente de alho e uma cruz, como quem se livra de vampiros.
O diabo possui um papel a desempenhar no mundo, por isso Deus permitiu que ele continuasse por aí. Por incrível que pareça, essa é a posição do cristianismo. Gosto dessa passagem de “Relatos de um Peregrino Russo”, um livro de cristianismo ortodoxo:
"Shatan é uma criatura, cuja função é a de nos testar, de nos tentar para nos fazer mais fortes ou simplesmente para permitir que tomemos consciência do nosso grau de fé e confiança em Deus".
"Sem os demônios e as ciladas que eles colocam no nosso caminho nós não conseguiríamos progredir, diziam os antigos Padres do Deserto"
Então aí está: por isso em vez de fugir da noite escura algumas pessoas até mesmo a buscam, simulando a situação de deserto e tentação através de jejuns e outras abstinências. Com esse ato é como se estivéssemos apressando nosso progresso espiritual. Digamos que é um atalho para subirmos na Árvore da Vida. Encare como um taxi ou uber.
Nas meditações indianas você também pode apressar o seu progresso meditando no calor intenso, no meio do mato e dos mosquitos, etc. Para quem passa por tais provações, meditações comuns em ambientes agradáveis passam a ser muito mais fáceis. Isso é bem lógico e óbvio.
Quando eu era adolescente eu costumava realizar vários desafios para as minhas meditações. Eu me considerava muito séria fazendo isso, mas no fundo o que me guiava era um desejo de me divertir e de superar os meus limites. São João da Cruz chamaria isso de gula espiritual. Eu estava totalmente embrigada por aquelas sensações e queria mais e mais, como um vício.
Eu ainda tenho muito a aprender em relação à vida espiritual, assim como amadurecer em relação à vida como um todo. Apesar disso, eu sinto que minhas muitas simulações de noite escura na adolescência (mesmo sem eu saber direito que estava fazendo isso) através de longas meditações, asceses e outros métodos, me ajudaram de formas que apenas hoje eu consigo enxergar os resultados.
Existem muitos ocultistas que são completamente contra mortificar o corpo. Eles dizem que os prazeres da vida devem ser celebrados e é muito mais saudável e natural realizar rituais que celebrem as alegrias da vida, com muitas comidas boas, bebidas, rituais divertidos, etc.
Sim, eu concordo que esses métodos também funcionam, com resultados diferentes. Podem fortalecer nossa amizade e laços com o grupo do qual fazemos parte, aumentar nosso contato com a egrégora, com o mundo dos Deuses, etc.
Mas a magia do caos reconhece que tanto a gnose excitatória quanto a inibitória podem dar bons resultados. Tanto mortificar o corpo quanto enchê-lo dos mais variados prazeres possíveis podem gerar resultados espirituais.
Eles apenas são métodos diferentes, com energias diversas. Na alquimia também há a via úmida e a via seca, cada uma com suas vantagens e desvantagens.
O magista que prefere realizar asceses não deve criticar aquele que opta por celebrar os prazeres da vida e vice-versa. Cada um tem suas razões para fazer o que faz, mas o caoísmo nos propõe que de vez em quando troquemos nosso paradigma para obtermos uma nova forma de encarar o mundo.
 Michael Kelly, membro da Ordem de Apep, de magia draconiana, gosta de escrever sobre magia do caos (Apep é a serpente egípcia do Caos). Ele fala bastante sobre as religiões nórdicas. Ele lembra que no que ele chama de religiões originais europeias há pouca distinção entre carne e espírito. A magia draconiana seria sobre a busca do desejo e não sua cessação.
Eu acho maravilhoso e totalmente válido os caminhos do LHP que buscam honrar o eu e exaltar nossos desejos. Porém, o problema começa quando esses praticantes passam a defender que o caminho da cessação do desejo (de religiões como as indianas) está incorreto.
Da forma que eu entendo, há muitos caminhos e modos de fazer as coisas. Você pode até defender que existe somente um caminho e uma verdade, mas esse paradigma passa a ser válido quando interpretamos da seguinte forma: OK, então estão todos avançando espiritualmente pela mesma via, mas nós estamos chamando as mesmas coisas com outros nomes.
Novamente, é um problema de linguagem. Às vezes a exaltação do desejo e sua cessação são técnicas mais parecidas do que pensamos a princípio e estamos brigando por pouca coisa.  
Como se costuma dizer, para muitos Deuses o que conta mais é a intenção. Vamos supor que você quer contatar o Deus Clownshoes Fantastic (me perdoe, John Higgs, mas eu não resisti). Você passa o dia inteiro de jejum para aguardá-lo e ele pensa: “Poxa, mas que cara legal, fez isso por mim. Não dou a mínima, mas vou aparecer pra esse mané”. Um outro magista compra um frango inteiro para ofertar ao Deus e ele logo pensa: “Nem gosto de frango, mas o sujeito é esforçado, então vou aparecer pro moço”.
Não faço a menor ideia como funciona o raciocínio dos Deuses, mas esses dois métodos têm se mostrado efetivos. Pode não ser pelas razões que imaginamos, mas funcionam.
A explicação mais óbvia seria que você mesmo reconhece que, após tanto esforço, o tal Deus vai ter que aparecer. É essa a mesma lógica para a magia de Abramelin: depois de seis meses acordando antes do nascer do Sol, depois de tantas leituras da Bíblia e doações para caridade, é impossível que o seu Sagrado Anjo Guardião não perceba que todas essas foram tentativas de gritar para ele: “Notice me senpai!”.
Por isso eu tive certeza: “Depois de tudo isso, essa magia vai ter que funcionar, mesmo que não funcione! Senão eu mesma vou fazer esse treco funcionar, de tanta confiança que sinto nesse momento depois de toda essa preparação. Algo vai acontecer”.
É como se diz no budismo: o maior dos cinco obstáculos para atingir os jhanas é a dúvida. Quando se derruba esse único obstáculo, todos os outros caem na sequência, como um dominó.
Acredito que o primeiro passo para lidar com uma noite escura é reconhecer que ela está acontecendo. Não é fingir que tudo está bem quando não está e ignorar completamente que temos fraquezas. Ao contrário, podemos saudar a noite escura e pensar: “é desconfortável, mas é o que me fará voar”.
É como se houvesse um grande abismo diante de você. De um lado está o seu mundo e você pode progredir dentro dele dando um passo de cada vez. E você pode ousar atravessar o abismo. Há o risco de cair e a queda será feia. Talvez você fique um longo período preso lá. Mas se conseguir superar esse passo, irá adquirir asas. Pulará para uma outra realidade e seu progresso será mais impressionante do que muito do que você já fez antes.
Penso algo parecido em relação à paralisia do sono. Isso acontece comigo com certa frequência e toda vez que sinto o corpo preso passo por uma grande angústia. Mas logo lembro que é a oportunidade perfeita para realizar uma viagem astral e isso me liberta. A recompensa das minhas viagens astrais compensou em muito a angústia das paralisias do sono. Sim, é um momento de noite escura, com formas e monstros. Você pode banir com gargalhadas.
Acho que hoje em dia o mundo espiritual se tornou uma bengala para nos ajudar a caminhar no mundo material e mental. Para a maior parte de nós, esses dois que são o “mundo real” e o mundo dos espíritos são meras metáforas para nos trazer paz mental e sucesso no trabalho, na vida diária, etc.
Mas e se for o contrário? Tente inverter. Pode ser que o corpo e a mente sejam apenas ferramentas para nos trazer um desenvolvimento espiritual.
Acredito que as duas abordagens são extremistas. Eu vejo que as três realidades possuem seu valor e devem ser trabalhadas juntas.
Para ser sincera, eu ainda tendo a defender o “extremismo” de que o  mundo dos espíritos tem maior valor. Pode ser que não tenha de fato, mas esse pensamento funciona na prática. Afinal, se o mundo material for mais importante, que pena, pois em breve morreremos. Já se o mundo espiritual for a meta, que grande sorte, considerando que temos um espírito que sobrevive à morte, segundo o relato de tantas religiões.
Então eu estou basicamente adotando as crenças mais convenientes. E eu percebo que, ao menos para mim, a crença no mundo espiritual é imensamente vantajosa e traz resultados fantásticos. Acho melhor do que incluir todas as explicações mentais e espirituais na gaiola do materialismo.
Essa é apenas a experiência que eu tive. Como caoísta, você tem todo o direito de defender o paradigma materialista até a morte, com todas as suas forças. E caso seus argumentos sejam bons, eu serei a primeira a aplaudir e pedir um autógrafo.
De qualquer forma, a minha teoria é a de que a noite escura hoje se tornou sinônimo de problemas psicológicos que podem ser resolvidos com sessões de psicoterapia e antidepressivos.
Não estou aqui diminuindo as sessões de psicoterapia, que podem nos ajudar muito (embora eu ache que o uso de antidepressivos deva ser feito com imenso cuidado). Eu apenas acredito que a noite escura da alma vá muito além de questões psicológicas.
Alimente-se bem, durma bem, faça exercícios físicos, tome sol, reserve momentos para o lazer, saia com os amigos, ria um pouco, etc, concordo e assino embaixo. Acontece que até mesmo pessoas que são cuidadosas em relação a todos esses quesitos ainda assim experimentam a noite escura. Basicamente, não existe uma fórmula mágica para escapar dela.
E nosso objetivo não é escapar dela, e sim buscá-la. Ou, no mínimo, aceitar a batalha quando ela surgir.
Se você deseja explicar isso usando argumentos da biologia, eu diria que o tédio e o vazio podem ter utilidades evolutivas e ainda fazem parte do ser humano por uma razão. Eles podem ser um alerta para que nós possamos nos manter em atividade. Claro que também podem ser resquícios de algo que já foi útil um dia e não é mais, como um apêndice.
Algumas emoções humanas nós podemos aprender a domar ao menos em parte. Outras vezes nós iremos reconhecer que nossa obsessão por controle anda um pouco excessiva e iremos apens observar sem julgar, como os budistas.
Pode ser que nossas perdas materiais e corporais hoje em dia nos causem mais dor que antigamente (perder muito dinheiro, perder um ente querido, etc) porque achamos que tudo que existe é a matéria. Se acreditamos que há um mundo espiritual que virá não apenas depois desse, mas que existe agora mesmo simultanemanete a esse (e podemos acessá-lo aqui e agora, parcialmente) a nossa visão de mundo se transforma.
As noites escuras já não são tão dolorosas quando entendemos que mesmo se perdermos todas as coisas materais que temos e até mesmo nossa sanidade, não é assim tão terrível, pois ainda temos Deus.
Mas a noite escura não é exatamente a ausência de Deus? Não é quando ele se esconde? Ahá! A grande sacada é manter a fé de que Deus só deu uma saída temporária. Ele achou que o relacionamento de vocês estava muito sufocante e quis te dar um espaço. Livre-arbítrio, seja bem-vindo! Temos liberdade para experimentar o sofrimento sem Deus. Isso não é fantástico? É só quando perdemos que valorizamos!
“Está chegando! O medo! O terror!” clamava Buda em suas madrugadas solitárias nas florestas. Mas ele sabia que aquilo era necessário.
E o demônio Mara chega, com toda a sua fúria! É exatamente após a batalha feroz contra Mara, repleta das mais terríveis tentações, que Buda atinge a iluminação.
Eu já me diverti com meu momento de noite escura no meio do mato, quando era quase madrugada e eu só tinha uma lanterna para iluminar a escuridão quase absoluta. Só tive que me levantar da meditação porque eu já não sentia meus dedos dos pés e sentia que estavam começando a congelar, mas foi divertidíssimo. Eu relato isso e outras coisas no meu livro sobre meditações.
É estranho usar o termo “divertido” para isso, mas é como se fizéssemos parte de uma grande história de fantasia na vida real. Você reconhece o instante e pensa: “Uau, a noite dos demônios chegou! Eis-me aqui! Não é extraordinário que aconteça comigo a mesmíssima coisa que descreveram os mestres?”
Você quer desfrutar o seu momento, então aproveite! Se é para ser uma sensação desagradável, pelo menos torne o momento épico, puxe sua espada e seu escudo (podem ser orações, jejuns, sigilos, servidores, fique à vontade na criatividade) e en garde!
Se você deseja viver uma genuína noite escura caótica, existem vários métodos que funcionam. O banimento com gargalhadas é uma ótima pedida. Os demônios se assustam com nossa alegria e ousadia.
“Será que tem tanto medo que ficou louco?” pensarão. Eles irão se deparar com seu servidor multicolorido e dirão: “Sinto saudades da Idade Média. Esse pessoal de hoje é um bando de palhaços. Eles não levam mais a sério dor e morte?”
Você certamente usará seu servidor “Unicórnio de Marshmallow”, que ainda tem cheirinho de marshmallow e três cores.




Agora você já sabe que Unimar, parente do IPU (Invisible Pink Unicorn) é o melhor servidor para combater uma noite escura da alma. Use-o para montar a sua noite escura do caos personalizada. Eis o sigilo dele.
Você sabe que eu recebi o sigilo em uma revelação de deuses greco-romanos-egípcios-indianos-nórdicos e já foi testado com sucesso por incontáveis especialistas. Eu não o desenhei em 30 segundos no Paint. Eu jamais faria isso. Portanto, ele é imensamente confiável.






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